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Correio da Manhã

Opinião
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F. Falcão-Machado

Outono ameno

Com um módico optimismo começa a ser possível prever dias menos sombrios no que diz respeito à questão da dívida soberana dos estados europeus.

F. Falcão-Machado 7 de Outubro de 2011 às 01:00

Quer ao nível dos países detentores de maior peso económico financeiro, quer ao nível das principais instituições comunitárias, os desenvolvimentos ultimamente verificados permitem vislumbrar perspectivas mais generosas do que aquelas que até aqui se nos ofereciam. De facto, depois de algumas oscilações inquietantes os países da União parecem haver-se convencido de que a solidariedade continua a ser a principal fonte das sinergias que deram origem e força ao projecto europeu. Dito por outras palavras, uma vez negociados os métodos de reestruturação das dívidas e com o eventual recurso aos eurobonds, os encargos dos países mais endividados ficarão certamente reduzidos. Não obstante, bom é que se tenha presente que a repartição do mal pelas aldeias apenas será eficaz se forem tomadas cautelas para que os países não caiam de novo na tentação de se endividarem para além do razoável.

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