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Correio da Manhã

Opinião
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Octávio Ribeiro

Paciência e coragem de alto risco

Não há estrategas sem paciência e coragem. Vieira teve paciência para manter um técnico fraco até realizar o capital necessário com a venda de Simão e Manuel Fernandes sem grandes danos comunicacionais.

Octávio Ribeiro(octavioribeiro@cmjornal.pt) 21 de Agosto de 2007 às 00:00
Tem agora a coragem de fazer estalar o chicote enquanto ainda é tempo de chegar à Liga dos Campeões e o campeonato só deu o primeiro passo.
Entra Camacho, um técnico emocional e teimoso, com quem o presidente do Benfica manteve os laços afectivos enquanto José Veiga reinou no futebol da Luz.
O corte de cabeças não deverá limitar-se ao técnico. A busca de um ponta-de-lança com salário de vedeta indicia a saída de Nuno Gomes, que no passado sábado juntou a uma escassa produção de golos a assunção da liderança do grupo num discurso musculado.
Apesar dos elevados riscos que comporta mexer na cúpula de uma equipa já em andamento, dificilmente Vieira não sairá reforçado. O futebol do Benfica estava tão mal, tão flébil. que ameaçava desertificar o estádio da Luz. Impossível é não conseguir melhorar.
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