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Correio da Manhã

Opinião
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7 de Junho de 2012 às 01:00

Um jovem sem emprego, tenha curso superior ou não tenha, é um jovem com a vida em suspenso, em stand-by, num limbo que o impede de avançar mas também de recuar. O número de jovens desempregados no primeiro trimestre deste ano (entre os 15 e os 24 anos) é, segundo o Instituto Nacional de Estatística, superior a 154 mil. É muito futuro adiado para um País que precisa de futuro como de pão para a boca.

Os pais e o País suportam com dificuldade o custo de um jovem em casa sem trabalho. É por isso que todas as iniciativas que criem emprego e oportunidades profissionais para os jovens são sempre bons impulsos. Bons para os jovens, bons para as empresas que os acolhem, bons para o País (e para os pais). Há quem argumente que esses empregos são mal pagos, que exploram os jovens e que promovem a precariedade. Mas, à falta de soluções ideais, haja soluções possíveis. Porque precário mesmo é um jovem sem emprego.

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