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Correio da Manhã

Opinião
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6 de Junho de 2010 às 00:30

Esse golo e o do brasileiro Michel Bastos no Zimbabwe lembram os famosos torpedos de Cristiano Ronaldo e sugerem que as esquinas da bola podem ser úteis aos mais tecnicistas. Aliás, Nani não a estranhou, ao arredondar o chapéu, na Covilhã. O último golo de bola parada da selecção de Queiroz data de 9 de Setembro, muito antes da Jabulani, comprovando que o desperdício de lances tácticos, incluindo mais de 50 pontapés de canto, nada tem a ver com as manias da bola. Esse tipo de lances renderá 35 a 40 por cento dos golos na África do Sul, muito acima dos 24% que regista Portugal nestes dois anos com Queiroz. A margem de progressão é enorme, basta parar a Jabulani e treinar.

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