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Correio da Manhã

Opinião
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26 de Setembro de 2007 às 00:00
Acontece que, nesta última, perto de 200 militantes, curiosamente afectos a um só dos candidatos, constavam como não tendo as quotas pagas – mas os seus nomes já surgiam nas outras listas em condições de votar.
Caso a marosca não tivesse sido revelada, só nessa estrutura dezenas de pessoas ver-se-iam impedidas de votar. Se protestarem cairão na alçada dos órgãos de jurisdição interna, genuínos instrumentos de silenciamento dos incómodos a quem manda.
Podem recorrer ao Tribunal Constitucional, cuja eficácia, neste contexto, se aproxima daquela da providência divina – quando a resposta ao recurso surgir os eleitos em batota, provavelmente, já terminaram o seu mandato.
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