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Correio da Manhã

Opinião
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3 de Maio de 2013 às 01:00

A diferença não deixa margem para hesitações. De um lado temos a velha maioria liderada por Pedro Passos Coelho, passiva, acabrunhada e submissa às imposições dos credores internacionais, aproveitando o desânimo geral para ir encolhendo as funções sociais do Estado e o poder das instituições reguladoras.

Do outro lado, consagrado por um congresso de unidade do seu Partido, emerge um Novo Rumo aberto a todos os portugueses e liderado de forma tenaz e determinada por António José Seguro. Um Novo Rumo que é cada vez mais atrativo para democratas cristãos e sociais-democratas desiludidos com as opções neoliberais da velha maioria e por eleitores da esquerda radical que querem tornar o seu voto útil para a governabilidade.

Um líder não define uma alternativa, mas sem liderança não há caminhos viáveis. Passos ou Seguro? Esta é a questão-chave da política portuguesa até que as circunstâncias permitam realizar democraticamente a opção.

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