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Correio da Manhã

Opinião
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17 de Fevereiro de 2009 às 00:30

O FC Porto voltou a contar com os favores de um árbitro incompetente, daqueles que se colocam bem e assinalam peremptoriamente um penálti que ninguém mais vislumbra. A coisa está a tomar foros de escandaleira porque, em termos exibicionais, este é o FC Porto mais fraco da era Jesualdo.

O Benfica descansou entre o Dragão e Alvalade e só chegou aos golos e ao triunfo porque a defesa do P. Ferreira não tem, realmente, nível de I Liga, com uma média de quase dois golos sofridos por jornada. O que foi bom para a reabilitação de Cardozo e Di María.

O Sporting esteve a perder, mas até foi o que alcançou o triunfo mais categorizado –e fora de casa. Valeu-lhe Hélder Postiga, a sair de uma hibernação que coincide com a congelação na selecção nacional. Mas a grande figura para a última fase da época leonina é Simon Vukcevic. Onde estaria hoje o Sporting se Paulo Bento tivesse encurtado a birra do Outono?

Numa jornada de normalidade, também o Leixões de José Mota e de Beto fez questão de vincar a posição na batalha do ‘quarto grande’, vencendo um confronto directo em Braga e resistindo à pressão do Nacional. Para os minhotos, a derrota constitui um duríssimo revés, sendo previsível que a equipa vacile na disputa da próxima eliminatória da Taça UEFA e acabe, com isso, por não conseguir responder a todos os ataques internos. Para já perde para o Leixões e ainda tem de visitar a Choupana, onde reside o melhor avançado da Liga, o desconhecido Nené, cuja valorização não pára de subir.

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