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Correio da Manhã

Opinião
23 de Agosto de 2009 às 00:30

Por lei, e por convicção, as Câmaras devem criar Conselhos Municipais de Juventude.

Com isso, as associações juvenis, os representantes das freguesias, os dirigentes das juventudes partidárias e outros são chamados a dar opinião e a ajudar a organizar eventos e a sugerir iniciativas.

Na maior parte das Câmaras Municipais já assim acontece há muito tempo. Mas em Faro, não.

Passou um mandato de quatro anos e o referido Conselho apenas reuniu uma vez, sem agenda especial. E agora, a poucas semanas de eleições, é que foi colocado em análise o seu Regulamento, à luz da nova legislação.

A juventude farense merece mais atenção e mais carinho. Não apenas reunindo mais vezes, mas sobretudo realizando com eles mais iniciativas e ajudando-os de forma mais expressiva.

Não se podem abandonar os jovens de uma capital de distrito, como tem acontecido.

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