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Correio da Manhã

Opinião
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17 de Junho de 2010 às 00:30

Não foi à toa que Cristiano Ronaldo preferiu uma energia inócua e ambientalmente correcta como a tomatada para dar fogo à sua ‘explosão’. Ele já se mostrava um dos poucos resistentes da selecção à relação com os vendedores de vuvuzelas e às exigências do marketing laranja, que faz passar uma das empresas mais exploradoras dos portugueses por incondicional amiga do povão.

Na selecção como no país, o preço da gasolina está pela hora da morte, mas há sempre alguém com restos no depósito para atirar sobre as chamas da paixão. Primeiro Nani. A seguir Deco. Está aceso o sinal de perigo de explosão. Ou de implosão?

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