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Correio da Manhã

Opinião
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21 de Janeiro de 2003 às 00:16
Tal como aqui ontem escrevi, pensava-se antes da partida que esta pudesse ser mais difícil para Portugal, nomeadamente face a alguns resultados obtidos pela formação opositora na fase de preparação.

A verdade é que os portugueses, claramente avisados do que poderia valer a Gronelândia neste ou naquele aspecto do jogo, como seja o poderio de dois ou três dos seus rematadores, não facilitou, levando o trabalho a eito. E para que não se pense que as coisas decorrem sempre desta maneira, no tal conceito das equipas fortes prevalecerem sobre as fracas, veja-se o que aconteceu à Croácia, que perdeu nesta abertura com a pouco categorizada Argentina, por 29-30, depois de, ao intervalo, estar a vencer por 5 golos de diferença.

Mesmo a valer pelo trabalho colectivo, pelo que se viu individualmente da nossa equipa, merece destaque o que fez Filipe Cruz. Depois do atleta ter estado em dúvida para a prova, o que jogou mostra que se pode contar a com a sua importante colaboração.

Nota final para as outras ‘cabazadas’ entregues por Alemanha e Islândia, respectivamente a Qatar e Austrália, a evidenciar que neste grupo de Viseu apenas os três vencedores de ontem podem lutar pelos primeiros lugares.
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