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Correio da Manhã

Opinião
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6 de Junho de 2010 às 00:30

Em 1956, o Estado desafectou o troço central da ilha para a Câmara e autorizou o seu loteamento e a construção. Fizeram uma ponte e a estrada. Os pescadores foram empurrados para as pontas da ilha. São duas comunidades (a de Baixo e a de Cima). Não vivem em casas legais. Não são donos do lote, não tem licença de construção nem de habitação. Mas ali nasceram, ali vivem e ali trabalham. Todos reconhecem o seu direito a uma habitação condigna. E vão tê-la. Ainda falta saber exactamente onde. E para os homenagear a Câmara Municipal, comemorou com eles o Dia Nacional do Pescador. No próximo ano a festa do pescador farense será na Ilha da Culatra.

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