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Correio da Manhã

Opinião
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29 de Janeiro de 2008 às 00:30
Há um enorme equívoco neste raciocínio: é precisamente pelo facto de Marinho Pinto não ter fulanizado as suas denúncias que não tem de arranjar provas para a futura investigação. Se tivesse concretizado as suas acusações, aí sim, Marinho Pinto seria obrigado a atestar o que afirmou. Entretanto, o procurador-geral esteve bem ao abrir um inquérito.
Não se percebe é porque razão não tomou a mesma atitude quando Saldanha Sanches acusou o MP de estar “capturado” pelos interesses das “autarquias da província”. Então, apesar do ribombar mediático, os directamente visados preferiram olhar para o lado.
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