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Correio da Manhã

Opinião
22 de Junho de 2012 às 01:00

Um ano depois, quando o PS vai aproveitando a conjuntura política para introduzir na agenda nacional e europeia a defesa das pessoas e das empresas, do crescimento e do emprego, é o PCP que baralha o jogo disparando uma moção inócua para a direita, mas que torna mais difícil o caminho de afirmação da alternativa política para Portugal, no quadro do próximo Conselho Europeu da Primavera.

Gostava de poder escrever que o PCP mais uma vez se enganou no adversário, mas não acredito nisso. O PCP escolheu deliberadamente o PS como seu adversário. Na conferência de imprensa de apresentação, Jerónimo de Sousa falou mais do PS do que dos destinatários da moção.

Mas pólvora seca é pólvora seca. Não podemos perder o norte. Este é um tempo de conseguir em Lisboa e em Bruxelas políticas mais solidárias, amigas do emprego e que defendam as pessoas e das empresas. É esse o tiro certeiro. A oposição construtiva que faz acontecer diferente.

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