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Correio da Manhã

Opinião
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12 de Janeiro de 2010 às 00:30

Invicto em casa, o Rio Ave é um dos adversários mais equilibrados e competitivos, formatado à imagem de um treinador especialista em empates, para conquistar pontos em todos os jogos, pelo que estes três já estão a contar no deve-haver da luta pelo título.

O Benfica respondeu bem à vitória convincente do Sp. Braga sobre o Nacional, a qual não só confirmou, em qualidade futebolística e potencial competitivo, que a equipa de Domingos é uma candidata séria,mas também que já está uns furos acima da turma madeirense.

Braga e Benfica asseguraramum final de 1ª volta com vantagem confortável, exercendo uma pressão real que começa a inquietar os responsáveis directivos e técnicos do FC Porto, que nem se esforçam por esconder o nervosismo. No campo, embora de forma confusa e recheada de erros, a resposta foi positiva e contou com o regresso de Falcão aos golos, depois de três meses de quebra,e com a inspiração de Helton, num momento de rara emoção,a salvar 2 pontos que mantêm Jesualdo agarrado à esperança.

Em jornada marcada pelos golos de bola parada (seis cantos, um lançamento lateral e três livres) e em que os defesas cabeceadores (Leone, Sereno, Tonel, Diego Gaúcho e Bruno Alves) fizeram a diferença, o reabilitado central leonino ultrapassou a concorrência de Polga na equipa que Carlos Carvalhal vai construindo com labor e paciência. A emoção quase arcaica de uma vitória em Alvalade veio devolver o Sportingà sua zona normal da classificação, três meses depois, embora sem recuperação pontual. Com duas jornadas seguidas em casa antes da visita a Braga, vive-se uma fase crucial e este golo de Tonel terá sido o mais valioso de uma temporada em que têm sido mais os problemas do que as soluções.

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