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Correio da Manhã

Opinião
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18 de Junho de 2007 às 00:00
Depois de produzir várias operetas de Offenbach, decidiu agora investir no teatro musicado e reunir uma equipa que pudesse chamar a atenção. O ingrediente principal do espectáculo é, porém, o mesmo de sempre, o humor desbragado e a música apelativa: Rui Veloso e João Gil não se saíram mal da empreitada, assinando alguns temas que ficam no ouvido.
Se o texto tem vários pontos de interesse – nomeadamente quando chama a atenção para os defeitos da actual classe política – e se foi feito um grande investimento a nível dos figurinos de época e do cenário, o mais importante é a relação de cumplicidade que se estabelece entre palco e plateia. Na estreia, a experiência de Rita Ribeiro valeu-lhe os maiores aplausos.
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