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Correio da Manhã

Opinião
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27 de Dezembro de 2011 às 01:00

Compreende-se que o assunto seja propício à intoxicação populista e foguetório partidário: Maya é uma figura conhecida e é fácil erguer fantasmas em redor da sua participação.

A realidade é mais prosaica: o município ganha em notoriedade, divulgação mediática, capacidade de atracção; os artistas, nos dias que antecedem o evento, dão entrevistas, aparecem nos principais programas de TV a divulgar o concelho. Em troca, como é de regra, a relações-públicas recebe contrapartidas financeiras. 3000 euros é quanto Maya recebe para promover e apresentar a festa do Fim de Ano.

Os hoteleiros e o comércio agradecem, a economia local vê como um bónus as oportunidades cada vez mais raras de contar com milhares de consumidores num tempo de crise. Contra a má-língua e o derrotismo, há quem acredite que é possível trazer novos sinais de esperança.

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