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Correio da Manhã

Opinião
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24 de Dezembro de 2009 às 00:30

O Natal convida, antes, a que meditemos sobre temas como o do cristianismo e da sua contínua diversidade, das inúmeras celebrações litúrgicas destinadas a comemorar o nascimento de Jesus, bem como o da família, sempre inerente a este período.

Quero aproveitar, contudo, esta oportunidade para introduzir um outro tema que, embora estando sempre presente no nosso imaginário, em particular no das pessoas da minha geração, tem perdido alguma expressão enquanto ícone natalício. Refiro-me ao presépio que, como muitos saberão, começa a ser objecto de arte popular a partir do século XIX e que, tal como o conhecemos hoje, resulta da simbiose perfeita entre os Textos Sagrados e a imaginação do povo.

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