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Correio da Manhã

Opinião
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13 de Janeiro de 2005 às 00:00
“Não foi um acidente provocado pela velocidade excessiva”, considerou Patrick Zaniroli, o responsável desportivo do Dacar, que reconhece que “se há etapas onde a velocidade pode ter sido excessiva, esta era uma das mais lentas e os primeiros seguiam juntos” e tudo aconteceu “num local sem grandes dificuldades”, como admitiu Cyril Despres, companheiro de equipa de Meoni.
Contudo, como a maioria dos ‘motards’ não estava em condições psicológicas para partir ontem de madrugada, a organização montou uma ponte aérea para os transferir para Bamako, onde a corrida das motos será reiniciada. Por isso, apenas os carros e os camiões realizaram a ligação Kiffa-Bamako como estava previsto. Desportivamente, pouco ou nada se alterou com Alphand a escoltar Peterhansel para defender a hegemonia da Mitsubishi numa fase em que Jutta Kleinschmidt apenas quer manter em aberto o lugar no pódio para o VW Race Touareg, assumindo uma postura defensiva que contrasta com o forcing de De Villiers que ainda sonha com o terceiro posto, pois seria a melhor forma do sul-africano minimizar os efeitos da hecatombe que tem marcado a passagem da Nissan por este Dacar.
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