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Correio da Manhã

Opinião
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12 de Abril de 2013 às 01:00

Acredito nas vantagens da cooperação aberta entre os povos e nas virtudes das uniões políticas e económicas de que a União Europeia foi nas últimas décadas um excelente exemplo.

Defendo o Federalismo na União Europeia como único caminho para a sua sobrevivência, respeitando as nações, as regiões e as comunidades que a integram. Isto implica a autonomia dos Países na afirmação da sua identidade, da sua matriz constitucional e institucional e das suas escolhas estratégicas no plano económico e social.

Paulo Portas fez um caminho consistente. Visto como um político nacionalista, quando partilhou o projeto do PP com Manuel Monteiro, evoluiu de forma progressiva para um moderno discurso pró-europeu.

Foi por isso com grande constrangimento que o vi afirmar, no recente debate da moção de censura, que Portugal era hoje um protetorado. Não é. O governo não tem mandato para ceder a nossa autonomia soberana de forma unilateral. Uma coisa é o Federalismo, outra a submissão!

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