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Correio da Manhã

Opinião
1
10 de Abril de 2005 às 00:00
SIM
Obviamente António Borges não queria este fim-de-semana repetir a rodagem de carro de Cavaco Silva na Figueira da Foz, em 1985. Ser líder da oposição a muita distância de eleições seria uma tarefa pouco aliciante para o vice-presidente de uma das mais prestigiadas instituições financeiras do mundo. Mas a verdade é que a curta intervenção não arrebatou os militantes.
Armando Esteves Pereira, Editor Executivo
NÃO
Desde que António Borges revelou que não era candidato à liderança do PSD neste Congresso, não era de esperar muito da sua intervenção. Nos últimos dias, aquele que chegou a ser dado como uma provável terceira via para a presidência do partido, foi ‘arrefecendo’ os ânimos sobre a sua entrada na política. Para já, com a sua presença em Pombal, Borges marcou posição para o futuro.
António Sérgio Azenha, Editor de Política
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