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Correio da Manhã

Opinião
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17 de Janeiro de 2007 às 00:00
Mergulharam então no oceano de licenciados – hoje saem cerca de dois milhões por ano das universidades indianas – e beneficiaram da exigência do processo altamente selectivo para o acesso ao Ensino Superior. Em 2003, por exemplo, candidataram-se 200 mil estudantes às faculdades das Tecnologias de Informação, mas apenas 1% conseguiu entrar.
Hoje, 25 anos depois da primeira reunião de trabalho, a Infosys factura dois mil milhões de dólares (2006) mas ainda ontem na apresentação da empresa a Cavaco Silva, este e outros feitos económico mereceram tanto tempo de antena como os quase 70 mil trabalhadores e as condições que lhe são proporcionadas pela empresa. “Queremos os nossos funcionários felizes para que continuem a ter boas ideias e assim nos ajudarem a manter o crescimento dos últimos anos”, frisam os responsáveis da Infosys, numa frase semelhante à que muitas empresas portuguesas usam regularmente. Mas a diferença não se diz, faz-se. E o campus da Infosys, que corre o risco de ser confundido com um resort sem praia, está feito.
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