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Correio da Manhã

Opinião
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10 de Janeiro de 2006 às 00:00
Ricardo Quaresma foi o jogador mais influente da primeira volta do campeonato. Pelos golos (quatro), pelas assistências, mas sobretudo por ter conseguido convencer toda a gente de que, afinal, o seu talento é capaz de dar um jogador decisivo.
Aos 22 anos, depois de um ano perdido em Barcelona e outro a regredir no FC Porto, Co Adriaanse conseguiu domar o ‘mustang’, não lhe dando a titularidade nos primeiros quatros jogos, e transformá-lo num valor seguro. Ainda tem recaídas – no domingo houve períodos em que deixou a sua zona para aparecer no meio-campo e arranjar problemas –, mas definiu melhor o seu perfil: entre o extremo à antiga (que não tinha de defender) e o médio-ala, que se distingue daquele porque sabe quais os momentos em que deve jogar em função do adversário e, assim, perceber quando tem de ter uma atitude defensiva. E também saber quando deve estar aberto ou quando tem de jogar mais por dentro.
PS – É estranho como há quem defenda a Liga a 16 clubes e acha um erro a paragem de Natal. Com a redução de equipas, é capaz de haver até férias de Páscoa, quanto mais de Natal...
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