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Correio da Manhã

Opinião
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6 de Fevereiro de 2006 às 00:00
Esta decisão pode ter duas leituras; a de curto prazo, onde se revela o enorme poder económico das tabaqueiras que podem abdicar de milhões de euros de lucros para manter o seu mercado. E a de médio/longo prazo, onde a questão que se coloca é o futuro do negócio do tabaco.
Descrito pela Organização Mundial de Saúde como a segunda maior epidemia do Mundo (logo a seguir à sida), o tabagismo é um flagelo cada vez mais perseguido e condenado.
À indústria tabaqueira resta apostar nos mercado emergentes (China e Índia) numa desesperada tentativa de salvar a sua própria existência.
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