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Correio da Manhã

Opinião
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12 de Fevereiro de 2008 às 00:30
Neste momento, é uma proposta que roça o obsceno – o Estado encerra serviços de Saúde, fecha os tribunais do Interior, congela carreiras, sobe os impostos e persegue a classe média num cego esbulho fiscal. Tudo em nome do equilíbrio das contas públicas.
E é neste quadro que Madaíl julga conveniente dissipar muitos milhões em mais uma megalomania sem retorno. Não que os mesmos de sempre o admitam: ao invés, juram que o Euro e a Expo, por exemplo, foram muito proveitosos. Mas não é verdade. Pelo menos para a imensa maioria dos portugueses que passaram a viver pior mal a festa acabou.
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