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Correio da Manhã

Opinião
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Piloto morre em corrida de motos no Estoril

João Pereira Coutinho

Resumindo e concluindo

PS: Sócrates procurou montar uma campanha baseada no medo: medo da mudança e do fantasma ‘neoliberal’. Azar. Foi Sócrates quem meteu medo ao passear-se pelo país como se não tivesse nada a ver com nada – um caso de fanatismo e soberba que a celebrada ‘resistência’ do homem apenas amplificou. Para filmes de terror, já bastou o que bastou.

João Pereira Coutinho 3 de Junho de 2011 às 00:30

PSD: Foi o único partido que tentou levar a sério as medidas que assumiu com a troika. E foi o único que tentou debatê-las contra uma cortina de ruído e irrisão. Se Passos ganhar, terá sido pelo caminho mais sério – e mais difícil.

CDS: Portas é o mais talentoso político da sua geração. Mas as declarações ao ‘DN’ sobre a possibilidade de o CDS não integrar um governo de coligação com o PSD espantam pela sua absoluta falta de tino. Passos Coelho não esperava esta prendinha final.

BE: Louçã liquidou-se antes da campanha começar. Ao excluir qualquer encontro com a troika e ao apresentar uma moção de censura a brincar, o homem condenou o Bloco a uma irrelevância de feira.

PCP: Jerónimo foi Jerónimo e o PCP é o PCP.

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