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Correio da Manhã

Opinião
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10 de Fevereiro de 2009 às 00:30

A verdade é que poucos diriam há alguns meses que ele seria o mais consistente, até ao momento, dos reforços que chegaram este ano ao Benfica. Fisicamente denso (do alto do seu metro e 87 e dos seus quase oitenta quilos de peso), mas com pouca experiência de futebol ao mais alto nível (contava apenas com 24 presenças na primeira divisão francesa, ao serviço do Le Mans), tem sido presença constante e quase sempre rentável no meio-campo de Quique Flores.

Proveniente de uma das melhores academias francesas, a do Auxerre, e contando duas internacionalizações nos sub-17 da França, nunca conseguiu jogar pelos seniores do clube que o formou. Apenas na temporada passada, em Mans, se impôs, o que lhe valeu o interesse do Benfica. Na Luz tem sido uma espécie de Robocop louro, um jogador importante no esquema encarnado.

 

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