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Correio da Manhã

Opinião
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16 de Setembro de 2003 às 00:00
Quando Quaresma rumou ao Barcelona, o Sporting pôde escolher entre os homens a dispensar por Rickjaard. Enke era um deles e, na altura, nem sequer havia Ricardo. O Sporting, no entanto, e como precisava de não abater muito ao dinheiro vivo, centrou as atenções num único jogador: Rochemback.
Hoje, toda a gente percebe porquê e não é preciso, sequer, perguntar a Scolari, cujas opiniões são muito consideradas e ouvidas pela SAD de Alvalade. Qualquer equipa precisa de um jogador assim. Rochemback, como se voltou a ver diante do Nacional, é implacável a defender, rápido a atacar e tem um remate fácil que já lhe valeu três golos em quatro jogos: é o melhor marcador da equipa, a par de Toñito. O Sporting resolveu bem o problema da renovação do meio-campo, onde a veterania de Paulo e Rui Bento constituía um problema agravado pelo futebol lateral de ambos. Rochemback é linear. Joga para a frente.
O Sporting conseguiu uma excelente contratação com o sentido de oportunidade que falhou na troca de Ricardo Fernandes por Clayton com o FC Porto. E o ‘Barça’ terá de suar se o quiser recuperar, pois o Sporting conseguiu o empréstimo por três anos com direito de opção posterior. Aqui há negócio!
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