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Correio da Manhã

Opinião
4
26 de Agosto de 2007 às 00:00
SIM
Uma boa política de planeamento familiar faz parte de qualquer Estado desenvolvido. Até porque convém não esquecer que o contraceptivo não se destina apenas a evitar gravidezes. No caso do preservativo a acção torna-se essencial quando falamos de saúde pública, no sentido de diminuir as doenças sexualmente transmissíveis.
Fátima Vilas-Bôas, Editora Cultura & Espectáculos
NÃO
Quando o Ministério da Saúde faz da redução de custos uma religião, culpando grávidas por darem à luz na estrada, a caminho de uma maternidade longe de mais, é no mínimo questionável que se gaste verbas públicas no que pertence ao foro íntimo de cada um. Mais importante é garantir educação sexual e responsabilizar as pessoas.
Leonardo Ralha, Editor de Sociedade
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