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Correio da Manhã

Opinião
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26 de Março de 2005 às 00:00
E, de forma dramática, temos hoje também de reflectir sobre o imparável somar das vítimas de acidentes nas estradas portuguesas.
Ontem, no curto espaço de uma hora, a Operação Páscoa, que prometia um balanço benigno, ficou abruptamente marcada por sete mortes. Uma tragédia. Vila Real, Fratel, Fogueteiro e Alcochete foram os locais dos acidentes que a dor de famílias inteiras nunca mais esquecerá. Há luto, desgosto, aflição, perdas de entes queridos que muitas vezes lançam pessoas mais vulneráveis no buraco negro da vida cheia de dificuldades.
Perante tamanha tragédia um novo Código da Estrada parece nada. O esforço do legislador, como de quem melhora a segurança das vias de circulação e quem aperfeiçoa os veículos, pode bem pouco se os condutores não assumirem a sua decisiva quota parte de responsabilidades. O automobilista deve preocupar-se em permanência com a segurança e atender a todas as circunstâncias que a ameacem. E agir em conformidade. Desta forma, não fará infracções, não será multado e, sobretudo, combaterá o massacre das estradas. O essencial é o condutor ter o assunto bem resolvido na sua própria cabeça.
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