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Correio da Manhã

Opinião
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4 de Outubro de 2007 às 00:00
É uma equipa com carácter e que trabalha – mas sem carisma e que não brilha. Camacho tinha reservada a surpresa de voltar a alinhar Cardozo de início, e não há dúvida que, com o paraguaio, autor de seis finalizações, embora pífias, a equipa fica mais perto da baliza adversária. Mas continua a faltar-lhe nos últimos 30 metros velocidade, espontaneidade e apuro na finalização para provocar desequilíbrios que abram ocasiões mais propícias do que os remates de meia distância e em esforço, quase sempre votados ao insucesso. Há muito esforço inglório no limite das capacidades físicas (Rui Costa, Katsouranis, Rodriguez), a justificar uma melhor resposta dos definidores: acabou o tempo de tolerância para Di María e Cardozo, investimentos de rendimento negativo.
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