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Correio da Manhã

Opinião
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7 de Dezembro de 2004 às 00:33
Hesitei muito entre eleger como o ‘caso’ da semana a derrota em casa do líder da SuperLiga, o orgasmo do sr. Olegário Benquerença em Moreira de Cónegos (JVP dixit) e, claro, o alegado envolvimento do sr. Pinto da Costa no processo do tal Apito que começou por ser Dourado e, agora, muda de cor como um camaleão. Optei por este último, porque o despacho da juíza Ana Cláudia Nogueira veio fazer jurisprudência sobre a questão de se saber que papel têm, afinal, as mulheres, como diria o dr. Adriano Pinto, na indústria do futebol.
O que fica é que as mulheres, enfim, algumas mulheres (as das casas de alterne e outras) são uma espécie de ‘repouso do guerreiro’ para os nossos árbitros. O conhecido empresário FIFA sr. António Araújo, sócio do sr. Reinaldo Teles, tratava de tudo e, salvo um ou outro equívoco como o daquele árbitro ‘gay’ que exigiu “o direito à diferença”, tudo corria pelo melhor até o dr. Dias da Cunha se ter lembrado de começar a falar do “sistema”. Não percebi bem foi aquela medida de coacção do sr. Araújo não poder contactar casas de alterne ou privar com prostitutas…
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