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Correio da Manhã

Opinião
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28 de Novembro de 2006 às 00:00
O segundo será a visita à Mesquita Azul, a mais importante para os muçulmanos turcos. É a segunda visita de um Papa a uma mesquita, após João Paulo II, em 2001, em Damasco. Revela-se um sinal de entendimento, pois foi feito um pedido de visita, tendo sido aceite.
O terceiro, e ao contrário do que estava previsto, o primeiro-ministro turco encontrar-se-á com o Papa, na sala VIP do aeroporto: havia dito que não podia, devido à cimeira na Letónia, mas estarão juntos antes de partir. Tudo isto é um passo em frente no diálogo com o Islão.
A manifestação contra a visita do Papa foi organizada por um partido radical, mas com pouco significado, de acordo com a Imprensa local. Do milhão de pessoas anunciadas, apenas compareceram 25 mil. Tratou-se de uma tentativa de aproveitamento político, que não reflecte a atitude do povo turco.
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