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Correio da Manhã

Opinião
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21 de Agosto de 2011 às 00:30

Como Assad não atendeu aos apelos de vários estados, todos eles, menos Teerão – seu protector –, Israel (com receio de pior), passaram a pressioná-lo para pôr fim aos massacres ou sair, e a Rússia a querer dar tempo a Assad para fazer as reformas. Agora, não lhe dão outra opção, só a saída. Destaque para os EUA, a Turquia, a Arábia Saudita e os países ocidentais, com o silêncio ambíguo da China. Sendo inviável uma campanha militar, a Síria passará a campo de batalha de um conflito de baixa intensidade entre o Irão, de um lado, e Riad, Ancara e os ocidentais, do outro.

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