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Correio da Manhã

Opinião
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11 de Março de 2011 às 00:30

O silêncio e a raiva dos deputados do PS comprovam o argumento essencial de Cavaco Silva no dia da tomada de posse. Os agentes políticos no poder não conhecem o país real mas apenas o país virtual e mediático que lhes convém.

Pleno de significado e um claro recado ao primeiro--ministro, José Sócrates, e ao ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, foi a menção que o Presidente fez questão de dirigir ao governador do Banco de Portugal. O discurso não se baseou em opiniões mas em dados estatísticos irrefutáveis.

Nesta nova fase da coabitação entre Belém e S. Bento estão frente-a-frente duas escolas políticas: o realismo de Cavaco que a crise aconselha contra o voluntarismo do país das maravilhas do primeiro-ministro.

Desde quarta-feira que a ‘geração à rasca’ tem um novo elemento: chama-se José Sócrates e está em vias de se tornar um precário inflexível.

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