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Correio da Manhã

Opinião
3 de Setembro de 2012 às 01:00

Algum optimismo que momentaneamente nos animava, por reconhecermos que o mapa judiciário, devidamente corrigido, a par de outras mudanças que ocorrerão em breve ao nível dos protagonistas e que poderiam constituir um revitalizar da vida judiciária, ficou agora esmaecido, quando acabamos de saber que todos os sacrifícios que foram impostos não surtiram o efeito desejado e que já se perfilam no horizonte mais medidas que antevemos igualmente restritivas e ineficazes.

Não é mais possível continuar a insistir em cortes de salários, pensões ou de serviços públicos. Esse caminho já foi trilhado e não foram atingidos os objectivos. Há que encontrar soluções criativas e inovadoras em que a Economia se volte a compatibilizar com o Direito e em que este volte a assumir o papel que lhe cabe, de resto, no seguimento da doutrina contida no recente acórdão do Tribunal Constitucional.

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