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Correio da Manhã

Opinião
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24 de Janeiro de 2012 às 01:00

A equipa leonina acusou as desvantagens de os seus principais adversários jogarem primeiro e em casa. Parecia destinado a ser o único perdedor e não conseguiu inverter essa tendência negativa.

Enquanto digeriam mal as consequências de uma jornada da Taça da Liga que devia ter sido mero cumprimento de calendário, os leões viam a concorrência ultrapassar os primeiros testes da segunda volta e começar a reduzir o número de jornadas que, matematicamente, poderiam servir para recuperar o enorme atraso pontual.

O Benfica foi confrontado por um adversário primoroso tacticamente, mas salvou o essencial. O FC Porto respondeu com categoria aos que vaticinavam ansiedade pela ausência forçada de Hulk. Até o Sporting de Braga, espreitando a ensejo de cavar uma diferença de cinco pontos na luta pelo 3º lugar, prosseguiu sem sobressaltos uma série impressionante de cinco vitórias consecutivas.

E o Marítimo, equipa-sensação da temporada, voltou em definitivo ao bom caminho depois das jornadas complicadas com os candidatos ao título, parecendo capaz de esquecer rapidamente a saída do goleador Baba com o moral a tope em vésperas de receber sucessivamente os dois principais adversários da corrida europeia.

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