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Correio da Manhã

Opinião
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Miguel Alexandre Ganhão

Sporting rende-se à Guiné Equatorial

Chegou a vez de os leões divulgarem o país de Teodoro Obiang.

Miguel Alexandre Ganhão(miguelganhao@cmjornal.pt) 14 de Maio de 2015 às 00:30

Os leões andam particularmente ativos neste fim de época. Depois de lançarem um empréstimo obrigacionista no valor de 30 milhões de euros (a uma atrativa taxa de juro de 6,25%), cumpriram as exigências da UEFA em relação ao fair-play financeiro reduzindo o défice das contas da SAD de 85 para 30 milhões de euros, escapando ao castigo da retenção de prémios e limitação de inscrição de novos jogadores.

Bruno de Carvalho e a sua direção olham já para o futuro. E o futuro imediato é a renegociação do patrocínio nas camisolas. Os contratos da Portugal Telecom (PT) acabam no final desta época, e o Sporting já manifestou a sua indignação com a oferta que a operadora terá feito por comparação com os valores oferecidos ao Benfica e FC Porto (três milhões para cada, contra 1,5 milhões para o Sporting).

Assim sendo, o clube de Alvalade vai seguir o caminho de outros clubes europeus, apostando no patrocínio de um país. Não vale a pena entrar em considerações de ordem política.

O Atlético Madrid aceitou o patrocínio do Azerbaijão em duas épocas consecutivas, e não se pode dizer que o regime de Ilhan Aliyev seja um exemplo de democracia.

Tudo aponta para que o patrocinador do Sporting na época 2015/2016 seja o mais recente membro da CPLP: a Guiné Equatorial.

O país de Teodoro Obiang não conseguiu entrar no capital do Banif, travado que foi pelo Banco de Portugal, mas quer afirmar a sua influência e notoriedade em Portugal através do futebol, e o escolhido é o Sporting. As negociações estão a dar os primeiros passos, mas devem chegar a bom termo.

Germán Efromovich a terra em Lisboa no cockpit do avião

O dono da companhia aérea Avianca e um dos mais sérios candidatos à compra da TAP, Germán Efromovich, viajou de Nova Iorque para Lisboa no passado dia 7 no voo TAP TP 203. Reconhecida a personagem, o comandante, pelo sim, pelo não, convidou o empresário a aterrar em Lisboa no cockpit do avião.

Mas não é a primeira vez, parece que é um hábito o senhor ser convidado para a cabine quando chega a Portugal. 

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