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Correio da Manhã

Opinião
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9 de Novembro de 2007 às 00:00
Rui Rio personificava a intenção de nunca hostilizar Lisboa. Compreendia-se bem: o seu sonho era tomar o poder lá no sítio onde este sempre está. Mas Menezes ganhou o PSD. E, logo, Rio mudou – agora vocifera contra Lisboa que nem o Fernando Gomes da era pré-Galp. A sua vítima circunstancial é o presidente do IDT a propósito do corte de apoios ao ‘Porto Feliz’. Após a saída do seu criador, Paulo Morais, esse programa nunca mais foi o mesmo. Mas podia continuar se Rio quisesse: a redução de verbas não foi significativa. O Porto não é Feliz porque Rio não o quer – prefere um ‘déjà vu’ incongruente com a promessa que já foi.
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