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Correio da Manhã

Opinião
1 de Março de 2013 às 01:00

O radicalismo ideológico desta visão roça o terrorismo social e traduz uma enorme incapacidade de ler os sinais que nos chegam, quer do comportamento interno da economia, quer das dinâmicas de evolução da economia internacional. O motor da economia gripou. Não há suficiente circulação de moeda e a procura interna está anémica. Ao mesmo tempo, a procura externa abranda a olhos vistos. Sem mercado interno para gerar sinergias e diluir custos, as empresas têm cada vez menos oxigénio para competir. O resultado é trágico. Mais de 900 mil portugueses, muitos jovens qualificados, foram selecionados para o desemprego. O governo está selecionado para assumir o erro, corrigir o rumo, ou reconhecer-se incapaz.

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