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Correio da Manhã

Opinião
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19 de Junho de 2011 às 00:30

Membro da NATO, do G20 e com uma posição geoestratégica-chave face à Europa, Rússia e Médio Oriente, movimenta-se bem nos países turcófonos do Centro/Sul da Ásia, pode substituir parte do papel dos EUA no Iraque e tem condições para ajudar a solucionar o conflito israelo-palestiniano.

O prestígio que tem nos países muçulmanos permite--lhe servir de ligação com o Ocidente. Sendo uma grande democracia islâmica estabilizada, constitui modelo para os países árabes em guerra civil, ou onde fermenta a contestação aos regimes, e pode disputar a hegemonia regional ao Irão, Arábia Saudita e Egipto.

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