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Correio da Manhã

Opinião
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28 de Junho de 2006 às 00:00
Uma tutela directa em termos de presença política e de uma força de manutenção da paz directamente ligada às Nações Unidas. Assim, ficaria claramente definida a força multilateral e o mandato da ONU e, neste quadro, Portugal sentir-se-ia mais à vontade e a força que nunca será muito grande nem nunca será a maior no terreno, sentir-se-ia mais apoiada, que é o caso que não acontece agora, uma vez que ela está individualizada em relação à Austrália, embora com alguma ligação.
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