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Correio da Manhã

Opinião
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12 de Janeiro de 2011 às 00:30

Esse espectro tem a dupla forma do Fundo Europeu e do FMI. Separados seriam talvez mais apresentáveis do que juntos. O governo empertiga-se para afastar o cálice. Cavaco reza para que a voz de Teodora Cardoso não chegue a Berlim, ao menos até ao dia do voto final.

Parece ter sorte: a cimeira europeia está marcada para 5 de Fevereiro. Até lá, é pouco provável que sem a voluntária aquiescência de Sócrates os Fundos se aliem em mais uma operação de "acalmia de mercados", uma especialidade metafísica experimentada sem grandes resultados com a Grécia. O PR tem fortes peões para a operação de retardamento: Durão Barroso, Constâncio, quiçá António Borges, além do governo. Como se depreende, Cavaco não vai suspender a campanha.

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