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Correio da Manhã

Opinião
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22 de Setembro de 2003 às 00:05
Houve de tudo: um autogolo (Argel) e uma “oferta” (de Miguel), para além da grande defesa de Moreira a remate de… Luisão e, coisa pouco vista, a auto-expulsão de Ricardo Rocha (que intuiu um cartão amarelo e foi-se embora antes de ver o… vermelho).
Assim sendo, não havia nada a fazer. O FC Porto é uma equipa serena, madura na alta competição. Potenciadora dos jogadores de equipa como Ricardo Fernandes. Enquanto anda à procura do ritmo final da época passada e espera por super-Deco, basta-lhe ir jogando o possível. Nada mau, quando esse possível, que tanto inquieta alguns comentadores, chega para liderar a SuperLiga e estar numa posição ainda mais desafogada que na temporada anterior por esta altura. Mourinho tem razão para continuar a alimentar o ego: não há “derby” que lhe resista.
O Benfica, apesar do plantel curto, é capaz de fazer alinhar “onze” bons jogadores. Viu-se na equipa inicial, onde só faltou Geovanni. Por isso surpreendeu e causou sérias dificuldades ao FC Porto. Apesar da derrota, há algumas razões para afugentar o pessimismo que paira a cerca de um mês da escolha do novo presidente.
Por agora, fiquemo-nos pelos factos: à quinta jornada, mas com um jogo em atraso, o Benfica tem apenas cinco pontos, menos quatro do que o Sporting e oito do que o FC Porto (líder com 13). Quando não é do ataque é da defesa… E,ontem, a do Benfica mereceu o Nobel da asneira.
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