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Leonardo Ralha

Um Nobel à Pequim

Desta vez, as casas de apostas não se enganaram muito no Nobel da Literatura, pois o escritor chinês Mo Yan vinha, logo atrás do japonês Haruki Murakami, entre os favoritos a receberem um telefonema da Suécia.<br/><br/>

Leonardo Ralha 14 de Outubro de 2012 às 01:00

Na vitória do autor de 57 anos não faltou quem lesse a piscadela de olhos de Estocolmo ao regime de Pequim, mixórdia cada vez mais indistinta de comunismo e capitalismo. É pelo menos evidente que Mo Yan está perfeitamente integrado na ‘situação’, como foi sublinhado por destacados dissidentes.

Mas será que alguém espera mais de um prémio que esquece a literatura dos EUA desde 1993, e parece apostado em tornar--se tão anedótico quanto o Nobel da Paz, agora atribuído à União Europeia, tal como foi a Barack Obama, e que, se for aberto a personagens de ficção, irá parar às mãos de ‘Voldemort’ ou de ‘Darth Vader’?

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