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Correio da Manhã

Opinião
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Miguel Alexandre Ganhão

Uma fusão frustrada

Foi anunciado como o exemplo máximo da austeridade e do esforço do Estado na poupança de recursos.

Miguel Alexandre Ganhão(miguelganhao@cmjornal.pt) 19 de Março de 2011 às 00:30

A grande novidade do Orçamento para 2011: a fusão entre duas das mais importantes direcções-gerais, as Alfândegas e os Impostos. Mais de dois meses passados sobre o anúncio da fusão nada está concretizado. Pior. Não há garantias de qualquer fusão.

O próprio director--geral das Alfândegas, Brigas Afonso, numa reunião realizada na quinta-feira com os trabalhadores, informou que não estava em condições de comunicar nada sobre a eventual fusão. Do lado dos Impostos a indefinição é a mesma. Os dirigentes temem não ser reconduzidos nos cargos, o que está a paralisar toda a máquina fiscal. Uma fusão sem futuro e vários serviços a trabalhar para atingir objectivos ainda por definir é o actual estado das Alfândegas e dos Impostos.

As eleições no Sporting estão a ser uma verdadeira mina para as agências de comunicação, que se afadigam na contra-informação.

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