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Correio da Manhã

Opinião
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5 de Fevereiro de 2003 às 00:36
Uma informação exclusiva e fidedigna é o que eleva um jornal dos seus émulos. Num processo penal e mediático, durante a fase de Inquérito, é inevitável que a defesa se sinta a pugnar com armas desiguais no espaço da opinião pública. A defesa não sabe sequer que armas tem a acusação, a investigação, contra o cidadão que defende.

O público exige ser informado, os órgãos de informação cumprem a sua missão. Uns melhor, outros menos bem – é o mercado quem separa o trigo do joio. E a memória. É pelos jornais que a defesa vai sabendo quais os “fortes indícios” que apontam para o seu cliente. Para o equilíbrio, pelo contraditório, António Serra Lopes, num golpe de asa, exige mais. Seja bem-vindo, doutor!
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