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Correio da Manhã

Opinião
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6 de Março de 2007 às 00:00
Na categoria ‘artistas de sucesso que proferem disparates’, o homem ganha ao hip-hop em pontualidade. No repertório, a toleima é comparável: aquecimento global, cataclismos, dados torcidos, informação duvidosa, degelo, delírios. Gore lembra aqueles excêntricos que, de vez em quando, irrompem nos parques públicos com um altifalante, a alertar para o fim do Mundo.
A diferença é que Gore se faz pagar a 1200 euros por bilhete, a fim de complementar a sua reforma: pode suceder o azar de o Mundo, afinal, não acabar tão cedo.
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