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Correio da Manhã

Opinião
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19 de Julho de 2007 às 00:00
Obstinadamente, sempre que um problema nasce ou se avoluma, pede-se a interferência do Estado. Quando este nada resolve ou piora o que está (como frequentemente acontece), os ‘peritos’ do regime acabam sempre por descortinar que isso se deve a um défice de intervenção pública – logo, contraditoriamente, clama-se por mais actuação do Estado. Trata-se de um reflexo condicionado colectivo, de uma fé a que quase ninguém escapa.
O paradoxo da compulsividade estatista traduz-se numa espiral de irracionalidade em que quanto mais mal o Estado actua mais requerida é a sua intervenção.
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