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Correio da Manhã

Opinião
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João Vaz

Urgência de mudar

A quatro semanas das eleições, os portugueses sentem motivos de inquietação. Têm pela frente os anos difíceis do resgate financeiro desenhado pelo BCE, Comissão Europeia e FMI e muitas dúvidas sobre quem liderará o barco em tão grande tormenta.

João Vaz 8 de Maio de 2011 às 00:30

 Após seis anos de governo crespado, autista e ineficaz do PS de Sócrates, o decisivo é mudar. Já se viu onde levam a inovação da treta, a política de propaganda e as falsas reformas estruturais que não passaram de guerras ínvias a grupos profissionais, como se viu contra os professores e agentes da justiça, para só falar das mais agitadas.

É, porém, estultícia pensar que por mau para o País, Sócrates, desmascarado nos seus propósitos e métodos e derrotado pela realidade, retiraria envergonhado. Não, com a sua proverbial determinação, ele continua a bradar que é o melhor. Tem de ser a mudança a impor-se. É necessário que Portugal seja mobilizado para caminhos melhores. Veja luz ao fundo do túnel que nunca será o tempo volta para trás da "imagem prestigiada de Estado cumpridor e rigoroso", por muito que isso seja também necessário.

Há quase 30 anos, Mário Soares soube apontar o caminho da integração europeia e da Europa connosco. O PSD de Passos Coelho tem, contudo, gasto o tempo a disparar tiros nos pés. Resta saber se ainda tem forma de avançar. E mobilizar para a mudança com uma iniciativa que em política corresponda ao que seria na magia Passos tirar o coelho da cartola.

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