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Correio da Manhã

Opinião
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24 de Junho de 2004 às 00:00
Pelo meu lado, estou com a maioria em confiança e bastante satisfeito por nos ter saído em rifa a Inglaterra como adversário para os quartos-de -final.
Das propostas concretas que estavam sobre a mesa, tendo surgido desde início a ideia de que as possibilidades da Suíça eram diminutas, entre França, Croácia e os comandados de Eriksson, a minha escolha recaiu sempre sobre os últimos.
E se é verdade que os “roaring lions” têm impressionado pelo poderio atacante e o compromisso competitivo de toda a equipa, mantenho a minha decisão de que esta é a formação ideal para dar continuidade ao ritmo sempre em crescendo da nossa equipa, tanto na atitude mental como exibicional.
Confio plenamente na qualidade defensiva de Ricardo Carvalho e seus pares para controlarem Rooney, Owen, Beckham e companhia e, muito sinceramente, não vejo que os “monolíticos” defesas britânicos se possam bater com o virtuosismo e categoria de Figo, Ronaldo ou Nuno Gomes.
Na batalha do meio-campo não me digam que não preferem Deco, Costinha e Manniche aos súbditos que vieram até nós representar “sua majestade”. A Inglaterra joga de forma aberta, destemida, no jogo pelo jogo e, dentro deste registo, mesmo que seja um encontro naturalmente difícil, estou convicto que sairemos por cima.
Pelas facilidades voluntariamente expressas, estarei simploriamente a embarcar na onda de entusiasmo que varre Portugal? Ou não será mesmo uma realidade que França, República Checa, Suécia ou Dinamarca, ao contrários dos ditos “bifes”, pelo menos aparentemente, seriam um “osso bem mais duro de roer”?
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